quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Guru?

Serei um guru?
- convenci três dos quatro obesos lá do trabalho (contando comigo) a começar a pensar mais neles, menos na comida que comem e no cansaço que sentem de não fazer nada;
- outras pessoas (também lá do trabalho) com algum excesso de peso, começaram a frequentar com assiduidade o ginásio - na verdade não sei se tive alguma influência nisto, mas gostaria de acreditar que sim;
- mais extraordinário: convenci o pessoal todo (muito vá) a subir do primeiro ao sexto andar pelas escadas só para beber café depois de almoço - o extraordinário é que também há uma máquina no segundo andar e o prédio tem elevador;
- recuperei um corredor reformado (que se tudo correr bem também vai correr a maratona de Lx);
- dei vários conselhos de nutrição, emagrecimento e respectivos disclamers a cibernautas que de uma forma geral não conheço, desconhecendo se sortiram algum efeito.

Terei qualificações para guru? Bem precisava de um trabalho mais interessante...

Teoria geral do pensamento lateral aplicada ao emagrecimento. Emagrecer para ser magro? É chato; tem pouco interesse. Emagrecer enquanto se treina para correr uma maratona, realizando assim algo que nunca nos julgamos capazes - isso sim, é conselho de guru. Além do mais podem comer muito - se correrem muito.

Na verdade acho que de pouco valem os gurus. Mas o exemplo, esse sim tem que valer alguma coisa.

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